A indústria 4.0 está sendo o grande combustível para nova revolução industrial. Historicamente, esta é o quarto momento em que a indústria passa por um processo de evolução em busca de maior eficiência, produtividade, ganhos em qualidade e redução de custos.

A primeira revolução aconteceu em 1780, onde houve o aprimoramento das máquinas a vapor e a criação do tear mecânico.

A segunda revolução foi em 1870, com o uso do aço, da energia elétrica, dos motores elétricos e dos sistemas em combustão que utilizam combustíveis derivados de petróleo.

100 anos após, com os avanços da eletrotécnica aconteceu a terceira revolução industrial, essa com um ganho muito significativo pois os sistemas robotizados e computadorizados permitiram uma enorme evolução da indústria.

Agora é a vez dos sistemas cyber físicos, aplicação da tecnologia IoT (internet das coisas) e processos de manufatura descentralizados com previsão de falhas e ações remotas.

Energia 4.0

Com todas as tecnologias emergentes a eficiência energética se torna cada vez mais importante e também com novas possibilidades de avanço, como por exemplo, o uso de sensores para monitoramento de consumo de energia online e em tempo real em ambientes industriais de maneira a se obter um nível de detalhamento e profundidade de dados muito maior.

Além disso, com sistemas de sensoriamento disponíveis, softwares com inteligência artificial utilizando de uma big data ampliam ainda mais os ganhos em eficiência energética, uma vez que com os sistemas todos conectados será possível identificar as perdas energéticas nos processos, direcionando assim as ações para efetivamente obter-se as reduções no consumo de energia.

Além dessas possibilidades que estão aparecendo no mercado, os ganhos em sustentabilidade são ainda intangíveis. Uma vez que o sistemas permite utilizar a energia de maneira mais eficiente, isso torna possível uma redução significativa das emissões de gases de efeito estufa, contribuindo ainda para a redução dos impactos nas mudanças climáticas.